sexta-feira, 12 de julho de 2019

Brincar é bom e faz bem, Mônica Pinheiro

Quem disse que brincadeira é coisa de criança, não sabe o que está perdendo...
Tanta novidade, tanta música boa, uma energia incrível!
É assim que descrevo os encontros de sempre com minha amiga Mônica Pinheiro. Um ser humano incrível, cheia de garra e com músicas que fazem nosso dia sempre mais feliz.
Ela nos presenteou com sua presença encantadora no Cei, para um momento de formação e reflexão sobre Música, Brincadeira e possibilidades.
Foi uma tarde cheia de risadas, alegria, despojamento e dançaaa...
Meu eterno agradecimento minha espetacular e incrível amiga Mônica.




Motivações e Experiências como CP


PENSE POSITIVO
SEJA OTIMISTA
SONHE ALTO
CONHEÇA PESSOAS
FAÇA O BEM
LEIA MAIS
TRABALHE DURO
REALIZE SONHOS
CONSTRUA O FUTURO
MANTENHA O FOCO
AME SEU TRABALHO
VIVA INTENSAMENTE!

Quem me conhece ou pelo menos me acompanha, sabe do amor que tenho pela minha profissão, sabe o quanto sou dedicada em tudo que me proponho a fazer.
Partindo disso tenho refletido muito à cerca da motivação do professor em sala de aula. Como valorizar e acompanhar ainda mais o trabalho diário em sala.
Vida de CP não é fácil, e nem sempre gratificante, mas pelo caminho temos a sorte de cruzar com pessoas que acreditam diariamente em nós. E isso facilita e nos motiva a proporcionar a quem está a nossa volta um ambiente motivador, cheio de desafios e aprendizagens diariamente.
Partindo dessa experiência diária, partilho um pouco de um momento totalmente motivador e cheio de gratidão, onde tive o privilégio de participar e proporcionar momentos que ficarão para sempre registrados em meu coração e minha memória.


A prática como líder em uma escola de Educação Infantil foi e será o foco de minhas pesquisas...estudar, refletir e poder compartilhar minhas dificuldades e superações do dia a dia do trabalho deve ser impactante e, com certeza me transformar.
 O que impulsiona a reflexão sobre a prática é a necessidade de compreendê-la, ou seja, ela reflete a prática para avaliá-la, sendo a teoria a fonte inspiradora desse processo.
Conforme Sacristán (1995, p.80)"...Os procedimentos de auto análise, de observação crítica da prática e a investigação na ação, procuram favorecer uma compreensão crítica de atividade docente, e não uma mera produção de esquemas pré estabelecidos."

Preparação de espaços de descobertas e valorização dos trabalhos docentes.
Foi uma experiência incrível!









Discussão; novas abordagens pedagógicas

Algumas experiências ficarão marcadas pela forma como são apresentadas em nossa vida.
Algumas experiências ficarão marcadas pela forma como são expressadas em nosso dia a dia.

Só agradecimento por essa experiência fortalecedora e rica em conhecimentos e trocas!


Discussão e troca a cerca da nova Base Nacional Curricular para Educação Infantil, e as novas abordagens possíveis.

O Cei Santa Escolástica em SP, me fez um convite muito generoso. Partilhar algumas experiências vividas com Educação Infantil.
Este encontro foi marcado por uma energia contagiante, e um entusiasmo de partilhar e entender as novas concepções que chegam por ai acompanhada do Currículo da Cidade de São Paulo.
Conseguimos colocar pontos de vistas diferentes e debater opiniões que durante uma rotina atribulada e apertada, não nos deixa oportunidades.
Conseguimos expandir olhares e entender filosofias diferenciadas de uma proposta pedagógica que vai muito além de teóricos e teorias prontas.
Deixamos que o protagonismo infantil tomasse conta de todo aquele momento, e trouxemos à tona uma reflexão  curiosa quanto ao nosso papel como mediador, expectador e reflexivo de adulto facilitador das descobertas e aprendizagens infantis.







A experiência deste dia, nos deixa um aprendizado...
A descoberta e aprendizagem começa muito além de sala de aula. Para termos base do que levar para nossas crianças é preciso entendermos o olhar do outro, e como as possibilidades acontecem de diferentes formas!Conseguimos falar sobre, Documentação Pedagógica, Abordagem Malaguzziana, Abordagem Pikler, As teorias das Inteligências Múltiplas e os nossos queridinhos da Pedagogia: Piaget e Vygotsky. De uma forma divertida, tranquila, contagiante e com  práticas teóricas!
Meu eterno agradecimento e gratidão.










quarta-feira, 3 de abril de 2019

Visitar e Acrescentar

O ano de 2019 teve início de uma forma bem intensa no quesito pedagógico para mim.
Cheia de idéias e projetos, comecei a relembrar cursos e formações no qual eu sempre estive engajada na prática ou na curiosidade apenas.
Relembrei algumas formações que iniciei em 2011,do grupo RedSolare SP. Esse que traz experiências e vivências a cerca da pedagogia Malaguzziana, e quem me acompanha e me conhece sabe o quanto sou fascinada e curiosa com essa questão.
De 2011 até agora, tenho acompanhado modificações de currículos, bases e até grades pedagógicas proporcionais a Educação Infantil. E não foram poucas!
Maaaas, eu nunca deixei de lado o conhecimento que descobri nos livros , com as formadoras e facilitadoras do RedSolare. A Criança, o Protagonismo A Descoberta Infantil!
Esse mês tive o grande prazer e privilégio de conhecer, uma das formadoras do grupo do Red do Polo SP, Priscila Arcuri.
Foi uma emoção que não consigo explicar até hoje,foram algumas horas em que estive ao lado e  frente a frente, com alguém diretamente da referência do meu trabalho de desenvolvimento da Educação Infantil, simplesmente alguém com toda propriedade em falar qualquer assunto relacionado a Documentação Pedagógica, a qualquer linguagem referência da Criança!
Até agora permaneço em êxtase, e cheia de garra e vontade de sair por ai gritando aos quatro cantos...Protagonismo Infantil é a chave pra qualquer trabalho!!



Beijos queridos.
Fernanda

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Base Nacional Comum Curricular


Sabemos da importância de restruturar os documentos da área da educação com frequência. 
Com isso o governo do nosso país tem feito algumas modificações no currículo educacional.
Será implantada até o primeiro Semestre de 2020, a Nova Base Nacional Comum Curricular / BNCC.

Objetivos dessa aprendizagem e nomenclaturas:

Bebês: de 0 a 1 ano e 6 meses
Deve imitar gestos e movimentos de crianças, adultos e animais.

Criança bem pequena: 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses
Deve explorar diferentes formas de deslocamento no espaço como, pular, saltar, dançar, etc. Combinando movimentos e seguindo orientações.

Criança pequena: 4 anos a 5 anos e 11 meses
Deve criar movimentos, gestos, olhares e mímicas em jogos e atividades artísticas como teatro, dança e música.

Um pouco sobre a Base Nacional Comum Curricular
Homologada pelo governo do Brasil, a BNCC tornará mais igualitária a educação básica brasileira. Com a base, as crianças de todas as escolas terão o direito de aprender conteúdos e desenvolver habilidades ao mesmo tempo. O documento também procura reduzir disparidades encontradas entre os currículos dos estados das regiões do país.
Atualmente, os currículos e projetos pedagógicos seguem os parâmetros curriculares nacionais. Quando a BNCC for implantada ela será o guia para o que acontece nas salas de aula do Brasil. 60% do conteúdo será baseado na base e o restante será definido pelas redes e escolas.
A Base traz de forma mais detalhada o que deve ser abordado nas classes em cada ano do infantil ao fundamental, o documento não propõe no entanto, o que deve ser abordado nas classes em cada ano das educações.
A BNCC apresenta um novo conceito: as competências, que os alunos deverão dominar no curso dos anos escolares.
Inclui também outros valores: valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social e cultural para entender e explicar a realidade.
Exercitar a curiosidade intelectual:desenvolver o senso estético para valorizar e participar de diversas manifestações artísticas e culturais: utilizar tecnologias digitais de comunicação e informação de forma crítica, valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais, exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e cooperação.


terça-feira, 29 de maio de 2018

Ouvir a Criança

Você consegue ouvir sua criança?
Consegue decifrar desejos e anseios no dia a dia de uma rotina tão apertada?
Consegue entender através de gestos, balbucios e até choros o que ela necessita?
O professor acaba sendo além do mediador de conflitos e situações, quem acompanha grandes descobertas, quem consegue entender cada instante de sensações e emoções novas.
Esse papel desafiador consegue decifrar anseios e a imagem da criança de ontem, hoje  como um todo...
Vamos falar um pouco sobre o que é ser criança.

A concepção de criança é uma noção historicamente construída e consequentemente vem mudando ao longo dos tempos, não se apresentando de forma homogênea nem mesmo no interior de uma mesma sociedade e época. Assim é possível que, por exemplo, em uma mesma cidade existam diferentes maneiras de se considerar as crianças pequenas dependendo da classe social a qual pertencem, do grupo étnico que fazem parte.
A criança como todo ser humano, é um sujeito social e histórico e faz parte de uma organização familiar que está inserida em uma sociedade, com uma determinada cultura, em um determinado tempo histórico.
As crianças possuem uma natureza singular, que as caracteriza como seres que sentem e pensam o mundo de um jeito muito próprio. Nas interações que estabelecem desde cedo com as pessoas que lhes são próximas e com o meio que as circundam, as crianças revelam seu esforço para compreender o mundo em que vivem, as relações contraditórias que presenciam e, por meio das brincadeiras, explicitam as condições de vida a que estão submetidas e seus anseios e desejos.
compreender, conhecer e reconhecer o jeito particular das crianças serem e estarem no mundo é o grande desafio da educação infantil e de seus profissionais. Embora os conhecimentos derivados possam ser de grande valia para desvelar o universo infantil apontando algumas características comuns de ser criança, elas permanecem únicas em suas individualidades e diferenças.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

O Começo da Vida!

O que a primeira infância pode ter influenciado em nossa vida?
O que nos primeiros mil dias de um recém nascido pode ser crucial em seu desenvolvimento saudável, e quais os reflexos destes dias em sua vida adulta?
Este é um dos temas abordados por esse maravilhoso Documentário que consegui assistir esta semana, que um de seus assuntos principais são os avanços da neurociência na descoberta de que os bebês são muito mais do que uma simples carga genética.
O documentário aborda o fato de que famílias de diferentes culturas e classes sociais, são fatores capazes de influenciar o desenvolvimento dos pequenos.
O grande diferencial é o modo de como a obra consegue mostrar a importância de diferentes questões no desenvolvimento de uma criança durante a primeira infância. A teoria de que se durante este tempo ela for bem cuidada terá suas chances de desenvolvimento pleno aumentadas e impactos positivos na vida adulta.
Os bebês são seres que precisam de muito estímulo, mas entendem muito do que acontece ao seu redor.
Alguns questionamentos levantados no documentário, e que seguem como referência para o leitor:
- Infância tem o reflexo na vida adulta;
- A importância do papel do pai;
- Todos são importantes no desenvolvimento da criança;
 
Deixo aqui uma ótima dica de filme para quem ainda não assistiu!

Fernanda



terça-feira, 30 de agosto de 2016

Parada Pedagógica Agosto/ Partilha

"...as crianças são seres em construção, maleáveis em suas capacidades e com uma inteligência que pode se expandir á medida que o ambiente os estimule." Livro: Inteligência Emocional e Cognitiva
 
 
Com a chegada do Segundo Semestre iniciamos um trabalho forte voltado para aquisição de Identidade e Autonomia de todas as crianças matriculadas no CEI.
Com uma estratégia que não nos deixa ficarmos presas a conteúdos prontos e engessados, utilizamos o lúdico como ferramenta necessária para todo e qualquer trabalho que envolva o desenvolvimento pleno infantil.
Partindo desta proposta elaborei um conteúdo nesta  Parada Pedagógica, aonde trocamos experiências a cerca de trabalhos já desenvolvidos em sala, trabalhos estes que  beneficiaram não apenas as crianças, mas fizeram com que cada professor percebesse o quanto o seu objetivo a ser alcançado não importa tanto, quando o objetivo da criança tem mais foco e pertinência.
Olhar para o que a criança nos pede  como recurso e estratégias, se torna mais válido do que colocarmos nossas vontades e "achismos" na frente do conhecimento; saber ouvir o outro e perceber que juntos podemos construir uma forma de trabalhar ainda mais rica é evoluir cada vez mais no pensamento e aquisição humana.
Com isso aprender pode ser entendido como o processo de modificação de modo de agir, sentir e pensar de cada pessoa que não pode ser atribuído a maturação orgânica, mas a sua experiência. O aprendizado pode ser provocado por colaboração com diferentes parceiros na realização de determinadas tarefas, por observação, imitação ou transmissão social!
Deixar a criança criar, interagir e viver a partir de suas observações, é impulsionar o desejo de descoberta que provém de ideias previamente organizadas.
 
Fernanda
 







"O brincar nasce no corpo, e o corpo é a natureza. A criança antes de ser intelecto, é instinto, é sensação. Seus sentidos são portadores de uma sabedoria que ajuda a estruturar sua relação com o mundo." (PEA Casa Redonda)
 





terça-feira, 5 de julho de 2016

Parada Pedagógica Julho

"Crianças nos ajudarão a transver o mundo" (Manoel de Barros)

Esta é uma frase que abriu um dos encontros mais emocionantes que tive este ano, com Gino Ferri. Encontro este que citei em uma das minhas postagens mais recentes.
Crianças transver o mundo, crianças em constante mudança, crianças nos ensinando o que precisam aprender, crianças nos mostrando o que precisam e realmente necessitam aprender...Ufa!
Quando paramos para pensar em que a criança está pensando? Ou o que ela realmente necessita? Quando paramos para escutá-la? Ou para apreciá-la?
Perguntas que fomentamos no nosso último encontro, cujo tema embalei a partir da Documentação Pedagógica.
A troca de experiências que tivemos a partir do olhar crítico do outro para nos auxiliar a promover um trabalho com ainda mais  qualidade e unidade, nos levou a refletir sobre o que realmente necessita a criança.
Que precisa ser capaz de saber fazer suas próprias escolhas a partir do que consegue presenciar em seu dia a dia, a partir do planejamento elaborado pelo professor porém, que tenha sido levantado hipóteses em conversas com as crianças.
Um planejamento com vida e destino certo,  que proporcione o conhecimento, desenvolvimento e muita descoberta diante do desbravar do mundo.
Estar rodeado de crianças durante todo o dia, é entender que o professor é muito mais do que o mediador de descobertas, é ser o impulsionador de socialização e interações que farão a diferença durante a vida desta criança.

Fernanda.








quarta-feira, 15 de junho de 2016

Gino Ferri

...Trabalhar com criança pequena é prever o imprevisível, é planejar nos indicativos das crianças, é embalar-se no ninar, descontrair-se num sorriso, quase enlouquecer num choro que parece não passar... e o mais interessante duvidar se está certo que a gente planeja e cavalgar nas inquietações de uma criança em formação, um ser que tem muitíssimas potencialidades, que ainda não se comunica através da fala para contar o que sente e que nos deixa inquieta pra saber se as nossas interpretações de seus sinais comunicativos são exatos. (Prof° Jaqueline Oliveira / Creche Prof Francisco do Amaral Lopes).

A partir das inquietações acima tenho me movido a prestar atenção nos detalhes que as crianças me apresentam, suas dificuldades, seus choros e principalmente se tenho e sei como corresponder as suas expectativas. 
Muitas vezes projetamos uma ajuda ou um auxílio, onde não o cabe, onde a própria criança precisa descobrir seus limites, e que devemos transcrever aquele momento como a "Sua" descoberta, o potencial do "Seu eu".
Transver a Criança como ser capaz e pensante, esta foi a palavra chave do Seminário sobre "Documentação Pedagógica" neste último sábado dia 11/06. Onde Gino Ferri, parceiro e colaborador de pesquisas junto a Loris Malaguzzi, retratou e nos sensibilizou sobre a importância do momento de suas próprias descobertas na criança de 0 a 3 anos de idade.






terça-feira, 29 de março de 2016

Releitura de Obras com Bebê

" As crianças tem suas próprias impressões, ideias e interpretações sobre a produção de arte e o fazer artístico. Tais construções são elaboradas a partir de suas experiências ao longo da vida, que envolvem a relação com a produção de arte, com o mundo dos objetos e com seu próprio fazer. As crianças exploram, sentem, agem, refletem e elaboram sentidos de suas experiências. A partir daí constroem significações sobre como se faz, o que é, para que serve e sobre outros conhecimentos a respeito de arte.
O trabalho com Artes Visuais na educação infantil requer profunda atenção no que se refere ao respeito das peculiaridades e esquemas de conhecimentos próprios a cada faixa etária e nível de desenvolvimento. Isso significa que o pensamento, a sensibilidade, a imaginação, a percepção, a intuição e a cognição da criança devem ser trabalhados de forma integrada, visando favorecer o desenvolvimento das capacidades criativas das crianças."
Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil
 
 
Na maioria dos meus relatos gosto de citar trechos do Referencial, é um documento que todas as vezes que leio ou busco algo que estou em dúvida, percebo que há algo que eu ainda não havia lido. Ou pelo menos que não havia interpretado da mesma maneira que a anterior.
Quando falamos em trabalhar Arte com bebê, logo imaginamos melecas, descobertas com elementos naturais etc. Não este meu relato vai muito além de trabalho sensorial, ou qualquer tipo de descoberta "melecosa".
Ousar, imaginar, criar e surpreender-se no berçário não é difícil , complicado mesmo é estar preparadas para quando isso acontecer, como iremos reagir, avaliar e até descrever aquele momento. O Bebê descobre o mundo pelas mãos e boca, porém ainda está sendo estudado mais a fundo a sua maneira de imaginar algo, ou entender certos momentos. Nós que pensamos agora como adultos, fica difícil entender como um bebê faz isso, porém tentamos imaginar e fantasiar como isto acontece em suas diferentes maneiras e situações. Ou seja, quando um bebê sabe que está na hora do lanche? Apenas quando tem fome? Ou quando vê seus colegas deslocando-se pelo ambiente atrás da professora?
São perguntas difíceis de serem respondidas, difíceis para nós que pensamos como adultos, para o bebê então alguns momentos são bastante complexos.
Mas como descrever, explicar ou até mesmo avaliar atividades com grau de dificuldade que julgamos um desafio e tanto pra um bebê de apenas 01 ano?
Durante o mês tentei rever e rever e chegar a uma conclusão e o mais perto que pude chegar foi. Além da imitação, o trabalho com Arte no berçário tem um papel fundamental para formação humana e como somos capazes do que o outro nos apresenta.
Que a imagem abaixo deixe a cada um mais curiosos pelo desenvolvimento dia a dia de cada bebezinho a nós confiado!

 


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Encontro de Formação com Brinquedo Cantado

Sempre fui uma pessoa curiosa, cheia de sonhos, expectativas e na maioria das vezes otimista. Digo na maioria das vezes porque nem sempre as coisas saem do jeitinho que pensamos ou planejamos, e com isso cabe a nós retomar todo exercício diário e começar tuuuudo de novo!
Em 2010 fui selecionada para participar de uma formação para professores em um colégio na região de Moema SP. Esta formação tinha como assunto primeiro a questão do brincar na educação infantil, a música nas escolas e como abordar o envolvimento musical da criançada.
As palestras e seus respectivos palestrantes eram ótimos, cheios de conhecimento e troca de saberes, porém a melhor parte era esperada uma oficina musical. Como colocar em prática toda aquela teoria que estava sendo passada em nosso dia a dia na sala de aula.
Eis que é anunciado um grupo chamado Brinquedo Cantado, que era apresentado por Monica e Gesiel, eles que fazem parte da árdua educação brasileira e estão sempre conectados e antenados ao resgate cultural para infância.
Entre uma música e outra eu ia descobrindo do que realmente gostava, do que me movia e chamava atenção a expressão corporal, o trabalho com música, e como tecidos e utensílios que passam batido em nossa rotina fazem diferença quando o assunto é propor inovações
Então ao longo destes anos como educadora tracei uma meta, conhecer e dividir tudo de bom que já havia aprendido e presenciado. Uma das coisas foi participar e conhecer o Brinquedo Cantado.
Após 05 anos tive este encontro com Monica e Gesiel, duas pessoas simples cheias de conhecimento e muita animação. Faço uma bela recomendação do trabalho que é desenvolvido, rico em conhecimento e curiosidade, fora que a alegria é contagiante. Os dois tem voz de veludo e sabem cativar o público que os prestigia.
Percebi que além da minha satisfação a minha equipe também estava muito envolvida e empolgada com esta experiência e grande oportunidade. Tenho certeza que levarão para a vida este dia!
Brinquedo Cantado obrigada pela linda manhã de formação, encantamento e conhecimento. Realizei um sonho de peneirarrrr o fubá.kkkkkkkkkkk .
Fica uma bela dica para o trabalho docente!
Beijos com carinho Fernanda.